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SET 22 2010

Cooperação entre Brasil-EUA tem avançado rapidamente, avalia Miguel Jorge

Washington, (D.C.) - O ministro do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior, Miguel Jorge, disse nesta terça-feira, durante a cerimônia de abertura da 2a Conferência de Inovação Brasil- Estados Unidos, promovida pela Agência Brasileira de Desenvolvimento Industrial (ABDI), que o resultado da cooperação entre os dois países tem avançado rapidamente e tem muito a progredir.
 
“Essa conferência é uma iniciativa fundamental nesse sentido (de aprofundar as relações entre os dois países). Os Laboratórios de Aprendizagem em Inovação, feitos desde 2007, permitiram novas parcerias e consolidaram sólidas redes de relacionamento, abrindo espaço para importantes negócios bilaterais”, afirmou o ministro.
 
Jorge citou a extensão do acordo firmado entre os dois países em junho para resolver a disputa em torno dos subsídios americanos ao algodão como um dos principais resultados dessa cooperação. O Brasil ganhou na Organização Mundial do Comércio (OMC) o direito de impor sanções a produtos americanos em mais de US$ 800 milhões, mas o acordo feito entre os dois governos evitou a imposição de retaliações.
 
O ministro lembrou ainda que o aumento da validade dos vistos de trabalho e turismo de cinco para dez anos e no número de voos entre os dois países também mostram como o relacionamento com os Estados Unidos tem avançado. Há acordos também na área de metrologia e pesquisas de saúde.
 
A representante adjunta para o Comércio dos Estados Unidos, Miriam Sapiro, afirmou que o atual governo americano “está interessado numa relação bilateral com novo tom, em que os dois países trabalhem juntos para identificar soluções mútuas e benéficas”. Segundo Sapiro, a cooperação está baseada na democracia, comércio e estabilidade regional.

Mais informações para a imprensa:
Assessoria de Comunicação Social ABDI
Marcia Oleskovicz / Bruna de Castro / Joana Wightman 
bruna.castro@abdi.com.br / imprensa_abdi@abdi.com.br
(61) 3962-8700

SET 20 2010

Angola quer ajuda da Petrobras para mapear pré-sal

 

Maputo (Moçambique) e Brasília - O Ministério da Defesa de Angola quer o apoio do Brasil para mapear a plataforma continental daquele país. "Estamos à espera de receber nos próximos dias uma delegação brasileira, com quem vamos entabular conversações com vista à organização desse programa", afirmou o ministro Cândido Pereira Van-Dúnem à agência portuguesa de notícias Lusa.

A chamada plataforma continental começa na linha da costa e vai até a profundidade média de 200 metros. Tem entre 70 e 80 quilômetros de largura. Grande parte do petróleo explorado no mar se localiza nela.

A possibilidade de haver mais petróleo na camada pré-sal angolana levou as autoridades a apostar no levantamento. Tanto o ministro da Defesa quanto a titular da pasta da Justiça, Guilhermina Prata, estiveram no Brasil em agosto para tratar do tema. A região é uma das áreas de interesse da Petrobras no exterior, juntamente com a América Latina e o Golfo do México.

De acordo com a estatal brasileira, há similaridades em termos de bacias sedimentares entre a Costa Oeste da África e o litoral do Brasil. No entanto, a Petrobras reitera que, antes de qualquer conclusão sobre haver ou não petróleo na camada do pré-sal angolano, ainda são necessários muitos estudos sobre a região.

A Petrobras já atua na exploração de petróleo e gás natural em cinco países do continente: Angola, Líbia, Namíbia, Nigéria e Tanzânia, mas produz apenas em Angola e na Nigéria. Entre as parceiras estão estatais como a Sonangol (Angola), NOC (Líbia) e Nigerian National Petroleum Corporation (NNPC), da Nigéria.

Por meio de parceiras com a Sonangol, a Petrobras explora três blocos na costa brasileira - dois na Bacia de Campos e um na Bacia de Santos. Em Angola, as duas empresas anunciaram a descoberta do Poço Cabaça, em junho deste ano. Na semana passada, o presidente da Sonangol confirmou que a empresa já se preparara para o desafio de explorar a camada do pré-sal. "Vamos procurar", garantiu Cândido Cardoso.

Durante visita ao Rio de Janeiro, para a Rio Oil & Gas 2010, o maior evento de petróleo e gás da América Latina, Cardoso afirmou que a troca de experiências com a Petrobras é importante para os dois países. "Tanto o Brasil como Angola, do ponto de vista técnico, têm coisas a ganhar", disse o executivo angolano à agência Lusa.

fonte: Agência Brasil 

SET 20 2010

Vinte e nove empresas participam de missão ao Canadá

Vinte e nove empresas estarão representadas durante a missão organizada pelo governo brasileiro ao Canadá, de 22 a 24 de setembro, com o objetivo de buscar novos negócios e parcerias estratégicas no país. O grupo de empresários brasileiros é proveniente de diversos setores, como alimentos e bebidas, ferramentas, informática e tecnologias de comunicação, produtos para construção civil, jóias e gemas, energia, entre outros.

A missão será chefiada pelo secretário-executivo do Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior (MDIC), Ivan Ramalho, e terá rodadas de negócios entre empresários brasileiros e canadenses, que serão realizadas na cidade de Toronto. Durante a missão, Ivan Ramalho e a comitiva do governo brasileiro irão também se encontrar com vice-ministro de Comércio Internacional do Canadá, Louis Lévesque, e outras autoridades canadenses. A organização do evento é do MDIC e da Agência Brasileira de Promoção e Exportações e Investimentos (Apex-Brasil), com apoio do Ministério das Relações Exteriores (MRE).

Intercâmbio Comercial

Nos primeiros oito meses de 2010, as exportações brasileiras ao Canadá foram de US$ 1,4 bilhão, com acréscimo de 29,9% sobre igual período de 2009 (US$ 1 bilhão). A participação das exportações para o Canadá no total brasileiro subiu de 1,06% para 1,07%. As importações nacionais de produtos canadenses cresceram 70,9%, no mesmo período, e ficaram em US$ 1,7 bilhão. A participação do Canadá nas importações totais do Brasil passou de 1,28% para 1,5%.

No acumulado de janeiro a agosto de 2010, a balança comercial entre os dois países apresentou saldo negativo para Brasil de US$ 363 milhões. Em igual período de 2009, foi registrado superávit de US$ 37 milhões. A corrente de comércio bilateral alcançou US$ 3,1 bilhões nos oito primeiros meses de 2010, valor 50% acima do contabilizado em igual intervalo de 2009 (US$ 2 bilhões).

Neste mesmo período, o Canadá ocupou a 21ª posição entre os mercados de destino de produtos brasileiros, duas posições acima de igual período de 2009. Na importação, o país ficou na 17ª posição entre os países fornecedores de produtos para o Brasil, uma acima da situação dos oito meses de 2009 (18ª).

A pauta de exportação brasileira para o Canadá, entre janeiro e agosto de 2010, foi constituída de 73,8% de bens industrializados (57,1% de manufaturados e 16,8% de semimanufaturados) e 25,1% de produtos básicos. Nas importações, o Brasil comprou do Canadá 82,1% de produtos industrializados (65,1% de manufaturados e 17% de semimanufaturados) e 17,9% de básicos.

Mais informações para a imprensa:
Assessoria de Comunicação Social do MDIC
(61) 2027-7190 e 2027-7198
André Diniz
andre.diniz@mdic.gov.br

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